Outras Palavras propõe Parcerias Incomuns

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Produtores culturais e da Economia Solidária já podem anunciar gratuitamente no site. Contrapartida são bens e serviços – repassados para quem contribui com “Outros Quinhentos”, nosso programa de sustentação autônoma

Faça parte das Parcerias Incomuns

 

Parcerias Incomuns é, numa primeira mirada, uma página de contrapartidas. Ela apresenta aos participantes de Outros Quinhentos as gratuidades e descontos a que têm direito, por participarem da manutenção e expansão de nosso projeto editorial. Livros de editoras como Boitempo, N-1, Autonomia Literária e Alameda com redução de até 60% sobre o preço de capa. Descontos de 15% a 30%, em cursos e formações da Universidade do Livro (Editora Unesp), Cuadra Flamenca e Ateliê Contraponto. Conta dividida pela metade no restaurante Soteropolitano, em São Paulo. Por sorteio, almoços grátis no Hoje Tem (comida natural e orgânica), garrafas de cachaças de alambique artesanais, selecionadas pela curadoria da Amburana, ingressos para filmes distribuídos pela Vitrine Filmes e de títulos de todas as editoras parceiras. Além de informativa, a página é funcional: para inscrever-se, a cada semana, nos sorteios de cachaças da Amburana, basta clicar aqui. Para receber descontos de até 60% na Boitempo, aqui.

São benefícios palpáveis, mas por trás deles há uma ideia – uma concepção política. Aos produtores culturais e da Economia Solidária, Outras Palavras oferece seu espaço publicitário (veja nosso mídia kit) sem pedir contrapartida mercantil. Quase sempre, participa da própria criação dos anúncios, também sem cobrar nada. Tem em vista algo singular: nosso leitores, em sua grande maioria, não veem política como algo que se delega – mas como um conjunto de ações, atitudes e posturas que se adota, ao longo da vida. Adotam padrões de consumo alternativos. Prezam e estimulam quem produz alternativamente. Querem ser informados a respeito. Difundir tal informação faz parte de nosso projeto editorial.

Outras Palavras cobra, destes “anunciantes”, contrapartidas em produtos e serviços. E distribui o que obtém aos que garantem, por meio de Outros Quinhentos, nossa existência. Já não é algo efêmero, pelo que se leu acima.

É muito pouco, quando se pensa nas potencialidades do Brasil, desaproveitadas por uma concentração de riquezas obscena e um padrão de desenvolvimento arcaico. Estimular a edição de livros (ou o jornalismo) independentes, promover a agroeconomia ou a geração de energia a partir de fontes sustentáveis, fomentar o audiovisual e a gastronomia brasileiras deveriam ser objetivo de políticas públicas criativas e robustas. Elas evitariam que o país continuasse a regredir à condição de produtor primário e permitiriam inserção na Economia do Imaterial, cujos eixos centrais são precisamente Conhecimento, Cultura, Comunicação, Afetos.

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