“União Operária”, lançado em 1843, tem edição brasileira com prefácio de Eleni Varikas. Quem contribui para a manutenção do site Outras Palavras, concorre a exemplares grátis

Por Simone Paz Hernández

Ativista, escritora e feminista, Flora Tristán foi uma das figuras mais importantes do pensamento emancipatório do proletariado de forma duplamente universal: por compreender o movimento numa lógica internacional e por abordar a questão da libertação da mulher, principalmente das tão esquecidas operárias.

Profético, o texto foi publicado quatro anos antes do Manifesto Comunista de Marx e Engels, e constitui um documento riquíssimo, poderoso e que semeou ideias fortes no contexto da época, mas que continua sendo alentador hoje em dia, devido às perdas que os trabalhadores e as mulheres continuam enfrentando no sistema capitalista contemporâneo.

Uma curiosidade? Flora era filha de um casal composto por um peruano e uma francesa, daí também a sua preocupação com o acolhimento dos estrangeiros e a sua busca de uma redenção para toda a humanidade. Também, Flora é a avó do pintor Paul Gauguin.

Outros Quinhentos, em parceria com a editora Fundação Perseu Abramo, regala dois exemplares do livro-manifesto “União Operária”.

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